Em 2005 o Museu da Vida da FIOCRUZ reformou um antigo prédio disponível no Campus de Manguinhos para acolher a sua Reserva Técnica.
Embora o projeto tenha seguido normas para armazenamento de acervo, sua fachada principal estava demasiadamente exposta tendo em vista a escolha por utilizar vidros transparentes nas esquadrias. Diante desse problema, a 288 foi contatada para pensar em uma solução ágil e criativa.
Detalhes do projeto:
O primeiro passo do projeto seria pesquisar os materiais e processos disponíveis para viabilizar uma solução de execução rápida e barata para não ultrapassar um determinado valor que pudesse atrasar a compra e consequentemente a conclusão e entrega da obra.
Buscando criar uma identidade para o espaço, foram descartadas soluções como o uso de películas escuras sobre os vidros ou simplesmente a substituição por outros vidros com texturas. Porém, seguindo o mesmo raciocínio do uso da película, chegamos a um material vinílico com aparência de jateado que podia ser utilizado como suporte para impressão digital.
Surgia então o segundo desafio de pensar em uma solução gráfica que identificasse o prédio porém mantendo a discrição característica de uma Reserva Técnica. Após descartar o uso das cores institucionais do Museu, utilizamos fotos de peças do próprio acervo para desenvolver um grafismo com detalhes em auto contraste utilizando apenas preto e branco.
Benefícios e resultados:
Com as películas adesivas impressas, a instalação no local durou apenas uma tarde de trabalho, evitando qualquer tipo de interferência na rotina dos profissionais que já estavam instalados no prédio da Reserva Técnica.
A durabilidade do material já superou as previsões apresentadas pelo fornecedor, pois após 5 anos o produto permanece em perfeito estado.
Este caso apresentado demonstra sobretudo nossa capacidade para pensar em soluções criativas, que além do resultado estético proporcionam também benefícios efetivos ao negócio.
Créditos: